Descubra como o firewall evoluiu de barreira digital a peça estratégica para proteger empresas contra ameaças cada vez mais sofisticadas.
O firewall sempre foi reconhecido como uma das primeiras linhas de defesa das organizações. Sua função inicial era clara e objetiva: controlar o tráfego entre redes internas e externas, definindo o que poderia ou não passar.
Hoje, porém, essa lógica tradicional já não é suficiente. O cenário de cibersegurança mudou profundamente, marcado por três grandes forças:
De acordo com o relatório Global Cybersecurity Outlook 2025 do Fórum Econômico Mundial, 72% das organizações relataram aumento nos riscos cibernéticos, com destaque para ataques cada vez mais complexos — do ransomware ao phishing potencializado por IA.
Diante desse cenário, fica evidente: estratégias baseadas apenas em firewalls tradicionais não dão mais conta do recado. É preciso adotar soluções avançadas, integradas à inteligência, automação e visibilidade contínua.
Em outras palavras, a segurança deixou de ser apenas um tema técnico e se tornou um pilar estratégico para a continuidade e reputação das empresas. Nesse novo contexto, o firewall continua sendo peça fundamental, mas agora como parte de um ecossistema muito mais amplo e sofisticado de defesa.
O firewall tradicional era reativo e limitado: apenas filtrava pacotes e bloqueava portas. Isso funcionava em um cenário de ameaças mais simples, mas tornou-se insuficiente frente ao dinamismo atual.
O Next-Generation Firewall (NGFW) representa essa evolução. Além do básico, ele entrega recursos críticos, como:
Esse salto tecnológico transforma o firewall em um verdadeiro hub de inteligência, que não só bloqueia, mas também coleta dados relevantes para apoiar investigações e decisões de negócio.
O papel do firewall precisa ser entendido em três dimensões:
Quando esses três elementos estão integrados, o firewall deixa de ser um “guardião de portas” e se torna um orquestrador de segurança.
Um ponto muitas vezes negligenciado é a relação entre firewall e compliance. Normas como LGPD, ISO 27001, PCI-DSS e GDPR exigem que organizações implementem controles técnicos robustos para proteger dados sensíveis.
O firewall, quando bem configurado, atua diretamente nesse requisito:
Assim, ele não é apenas um recurso de segurança, mas um instrumento de governança corporativa, essencial para reduzir riscos regulatórios e financeiros.
Na Under Protection, entendemos que firewall não é só tecnologia: é estratégia. Por isso, nosso trabalho vai além da implantação da solução.
Atuamos de forma consultiva, alinhando o firewall às necessidades reais do negócio.
Com nosso serviço de MSSP, garantimos a gestão proativa do ambiente, monitorando continuamente, ajustando políticas e respondendo a incidentes com velocidade e contexto.
Além disso, integramos o firewall ao nosso NG SOC e à plataforma NG LISA®, transformando dados em contexto acionável e priorização baseada em risco.
Conectamos segurança à governança, para que o firewall seja parte ativa na redução de riscos e no cumprimento de normas regulatórias.
O resultado é que o firewall deixa de ser apenas um “bloqueador de acessos” e se consolida como um elemento estratégico da resiliência digital.
O firewall continua sendo um dos pilares da segurança digital, mas seu papel mudou: ele não se limita a filtrar tráfego, agora apoia decisões de negócio, fortalece compliance e garante resiliência operacional.
Na Under Protection, acreditamos que a diferença está em como conectar tecnologia, processos e pessoas. Quando o firewall é parte de uma estratégia integrada, ele protege hoje e prepara a empresa para os desafios de amanhã.