Definir e acompanhar os indicadores de segurança da informação certos pode transformar a forma como sua empresa lida com riscos, tornando ameaças mais visíveis, decisões mais estratégicas e investimentos mais eficazes.
Sem indicadores de segurança da informação claros, é impossível saber se sua empresa está protegida ou apenas contando com a sorte. Medir, portanto, é o primeiro passo para proteger. Em um cenário onde as ameaças se tornam cada vez mais sofisticadas, e a complexidade tecnológica só cresce, indicadores bem definidos são o que separa empresas reativas daquelas que gerenciam seus riscos de forma inteligente.
Neste artigo, vamos mostrar por que KPIs (indicadores-chave de desempenho) e KRIs (indicadores-chave de risco) são indispensáveis para uma segurança madura — e como eles ajudam a justificar investimentos, priorizar ações e tomar decisões com base em dados e não em suposições.
Quando o assunto é indicadores de segurança da informação, é comum as empresas quererem começar direto pelos números: “Qual o melhor KPI?”, “Quantos alertas devo monitorar?”, “Qual benchmark seguir?”.
Mas a verdade é que a definição de indicadores não é o ponto de partida.
Antes de tudo, é preciso entender o seu ambiente, mapear os riscos e identificar o que realmente importa para o negócio.
Na prática, os passos são:
Somente depois de passar por essas etapas faz sentido definir quais indicadores serão acompanhados e como eles se conectam às decisões estratégicas da empresa.
Você não consegue proteger o que não consegue ver. Sem dados concretos, os riscos permanecem ocultos, as ações perdem foco e os recursos são mal aplicados. Sem uma estrutura de indicadores, muitas empresas não conseguem responder a perguntas fundamentais:
A ausência dessas respostas prejudica o planejamento, confunde prioridades e dificulta a comunicação com a liderança, que não enxerga claramente o valor das iniciativas de segurança.
Indicadores de segurança da informação não são apenas métricas: são ferramentas para tomada de decisão. No contexto corporativo, usamos principalmente dois tipos:
Esses indicadores se complementam: enquanto os KPIs mostram eficiência, os KRIs mostram exposição. Integrar ambos proporciona uma visão holística sobre a postura de segurança da empresa.
Medir é importante, mas medir certo é essencial. Ter um dashboard cheio de gráficos técnicos não basta. Os indicadores de segurança da informação devem responder à pergunta: “Estamos protegidos o suficiente para o nosso contexto de negócio?”
Exemplos eficazes incluem:
A intenção não é apenas medir presença de ferramentas, mas entender grau de exposição, impacto potencial e pontos cegos.
No fim das contas, medir segurança é medir risco — traduzido em impacto financeiro e relevância estratégica. Essa abordagem permite priorizar com base em dados, não em achismos.
Esse modelo é a base da solução NG LISA® da Under Protection. A plataforma transforma dados técnicos em indicadores acionáveis para o negócio. Com LISA, é possível visualizar riscos reais, precificados, organizados por criticidade e vinculados a áreas de negócio — permitindo um mapa claro de onde investir e como evoluir.
Relatórios bem estruturados em indicadores de segurança da informação devem responder:
Traduzir a linguagem técnica para uma abordagem executiva é o que garante apoio da liderança, aprovação de investimentos e inclusão da segurança nos rituais de decisão.
Você só consegue gerenciar o que consegue medir. Em segurança, isso significa sair da intuição e operar com clareza. Medir é o que torna possível planejar, melhorar e justificar decisões.
Com os indicadores de segurança da informação certos e soluções como o NG LISA®, sua empresa pode evoluir de um modelo reativo para uma gestão de segurança orientada por dados — com impacto real no negócio.